
Brasileiro
de Motocross 2003
8ª
Etapa, Jundiaí/SP
Galeria de
fotos de bastidores:
gente 1/gente 2 /
gente 3 / gente 4
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Primeira
largada das 125cc: Zenni na ponta, Lopes por fora, Sacilotti
na captura e a dupla Fonseca-Toledo com problemas de aderência...
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Domingão
maneiro, sol à pino e depois de esperar em vão pela
Adriana e Alessandra, seguimos de táxi rimo a Jundiaí,
para curtir a final do brasileiro de motocross 2003. A pista é
a mesma do ano passado, com pequenas modificações. A
conversa nos boxes é sobre a equipe brasileira para o Nações
2003, que rola em Zolder, Bélgica, dias 27 e 28 de setembro.
Vai não vai, parece que agora vai. A equipe é da Honda,
chefiada pelo sempre animado Wilson Yasuda, com os pilotos Jorge Balbi,
Roosevelt Assunção e Massoud Nassar. O Gentil Organizador
e representante da CBM será o Adilson “Kalunga”
Greco. Boa sorte pra nossa seleção brasileira, no esquema
atual do Nações, com várias classificatórias
e 13 países fazendo a bateria final, ficou ainda mais difícil
a nossa sonhada vaga. De toda forma, pau neles, rapaziada!!!
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Maurício
"MotoX" Arruda capturou uma das centas
emparelhadas entre Ric Raspa e Cássio Garcia.
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Vida
que segue e a corrida já vai começar, vem aí
a categoria Open. Como de hábito, Cássio Garcia, tricampeão
invicto, larga na frente, seguido de Ricardo Raspa, Tonico Miranda
e o rondoniense Alberto “Brizola” Machio. Lá pelas
tantas Cássio começa a perder ritmo e é ultrapassado
pelo Raspa, que traz com ele o animado Brizola, de 125cc no meio dos
grandes. A partir daí a corrida virou um show de ultrapassagens,
Cássio com sua 250cc volta pra ponta, mas a 450 4 tempos do
Raspa logo recupera a liderança, com Brizola em 2º As
posições se alternam até que o Briza toma a ponta,
e de 125cc! Uma festa, mas não há como segurar e a vitória
acaba com Raspa, a 1a dele este ano, com Brizola colado em 2o, seguido
do campeão Cássio, Tonico Miranda e Adecir Lima. No
campeonato, Cássio fechou com 7 vitória em 8 corridas,
com Raspa em 2o, Tonico 3o, Mugão Muller em 4o e Brizola, a
grande figura da prova, em 5º .
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O
aloprado Thales Vilardi liderava
até estampar um retardatário...
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Como
sempre, pra compensar a grisalhada, a garotada das mini 60cc. Anderson
Cidade, campeão brasileiro por antecipação, não
participou da prova, nem poderia, pois sofreu um incrível e
inusitado acidente de bicicleta e levou 17 pontos na testa, enter
outras escoriações. Ao que parece, o mini-maluco ia
de carona numa bicicleta com mais 2 amigos receber uma homenagem na
Prefeitura de Floripa quando o condutor perdeu o controle e os 3 se
espatifaram no chão. Se espatifaram, acreditem é pouco,
o cara parece ter sido atropelado por um trem bala...
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Ratinho
em ritmo de campeão voa mais
alto do que a grua da TV Tarobá...
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Na corrida, liderança até certo ponto tranquila de Thales
Villardi até que ele resolveu ultrapassar um retardatário
num salto, num tercho de grande velocidade. A manobra não deu
certo, os 2 trombaram a milhão e o Lucas Cattoni, que liderou
a corrida até ser ultrapassado pelo Thales, faturou a prova
sem dificuldades. O Thales sobreviveu ao acidente e ainda chegou em
2o, uma façanha e tanto. O voador Gustavo Amaral foi o 3o e
disse que a mesa de chegada estava muito difícil, mais de vez
em quando “dava para emendar”. Olha, muita 250 nem tentava...
Como sempre, os top 10 ganharam toféus, aliás, magníficos
os troféus, só faltou fazer uma plaquinha com as informações,
em adesivo logo descola e o cara não lembra porquê ganhou
aquele troféu enorme...
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Dividida
aérea entre Pedro Lopes e Rafael Zenni...
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A
seguir, a única categoria que estava com o título em
aberto, a 80cc. Marcelo Ratinho Lima precisava de um 6o lugar para
chegar ao título, que já poderia ter vindo 2 anos antes.
A apreensão no box da Yamaha era evidente, o ano foi pontuado
de acidentes entre os oficiais da marca e o Rato era a grande chance
da marca chegar ao número 1 no motocross brasileiro. Partidor
no chão e Felipe Ginberg pula na ponta, seguido do Cristopher
“Pipo” Castro e do Ratinho Lima. O Rato como sempre, parte
pra briga, bota do lado do Pipo no alucinante salto em descida e briga
pela 2a posição. Cacau, Thiago e eu nos olhamos preocupados,
se o Rato levar um rola, lá se vai o campeonato. Penso que
ele podia ficar por ali sem forçar, mas cabeça de adolescente
é radical e o Rato está na ponta, com Pipo na captura.
Na volta seguinte as posições se invertem, Pipo não
se entrega fácil. Mas o Rato conhece bem a pista e retoma a
liderança, passando a pilotoar de forma magistral, com muito
estilo e rapidez.
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Segunda
Largada das 125cc: Toledo se dá melhor e deixa
Lopes (13), Kareka (125) e Chumbo (12) para trás...
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Logo ele está a uma distância segura do Pipo e mostra
todo o repertório de entortadas que o fez famoso desde as mini
mini. O ritmo da garotada é frenético, impressionante,
não é à toa que a turma das oitentinha está
dando canseira nos craques da 125cc. Bandeirada e título brasileiro
mais que merecido para o Rato, a família toda comemora, o caçula
mais novo Eduardo “Camundongo” agita seu braço
quebrado para o irmão campeão brasileiro. Vitória
sensacional da família Lima, não a dos cantores, mas
a dos pilotos de motocross. Valeu turma!!!!
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Kareka
fez uma prova impecável e faturou a
segunda na temporada de estréia nas 125cc.
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A
próxima categoria a bater guidons rumo ao relevezaço
da curva 1 (estilo Taladega, em Glen Helen...) é a 125cc. Os
guidons batem e Chumbo vai ao chão, mas logo na 2a volta um
acidente estranhíssimo interrompe a prova. Dois pilotos se
chocaram na rampa do salto de chegada e um deles derrubou o pórtico,
que acertou em cheio a cabeça do meu camarada Luciano Pinto.
O Luciano desbarrancou com moto e tudo, e todos os que iam passando
levavam um teco no capacete, um lance perigoso, mas hilário
que só vi de longe, pois havia decido para curtir a sensacional
emendada do step jump do miolo. Aí o Chumbo teve chance de
uma nova tentativa, e dessa vez largou melhor. Joâozinho Toeldo
puxou o pelotão na relargada, em mais uma excelente estilingada
do partidor, seguido de Pedro Lopes, Milton Becker e Leandro Silva.
Lopes foi pra ponta no decorrer da volta, mas a festa era de Leandro,
o “Kareka” das oitentinhas já havia vencido uma
etapa este ano, correndo em casa em Cianorte, PR, e queria repetir
o feito em solo paulista.
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Na
horizontal e na vertical: trajetórias
diferentes para Balbi e Roosevelt...
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Chumbo veio subindo e passou à vice-liderança, mas levou
outro tombo e perdeu posições. Zenni, que começou
muito bem, também perdeu ritmo, e quem foi para 2o foi Renan
Bunij, vencedor da etapa mineira do brasileiro 2003. Lopes, que estava
em 3o, foi cansando e perdeu força no braço operado
, sendo ultrapassado por Rafael Fonseca, que foi o melhor piloto da
Yamaha nessa prova. Chumbo fechou o pódio em 5o, satisfeito
com o 9o título brasileiro no cross. No atual sistema do Nações,
as 125cc não tem vez, e o Chumbo não vai poder estar
em Zolder, uma pena, o veterano campeão está fora da
equipe brasileira. No campeonato, a velha guarda venceu mas a nova
geração já incomoda, Zenni ficou em vice, com
Kareka em 3o, Bunij 4o e Rodrigo Selhost em 5o, com Vatutim Maia,
João Toledinho, Pedro Lopes e Kristofer Florenzano fechando
os top 10 da temporada. Nos vemos em 2004, galera!
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Windham
e Fonseca? Não, João "Marronzinho"
Paulino e Leandro Martins (991) ...
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Fechando
o dia, duque-galo na pista. E quem dispara na ponta é... Eduardo
Saçaki, o “Japonês Voador”!!!! É ele
mesmo, os veteranos também andam, legal né! Rafa Ramos
vem junto, com Roosevelt Assunção e Jorge Balbi puxando
um pelotão raivoso de Hondas, Yamahas e Suzukis. A festa de
Saçaki durou pouco e Roosevelt foi pra ponta, com Balbi comboiando.
Os 2 horrorizaram o público, com saltos alucinantes e muitas
trocas de posição. A pista de Jundiaí tem apenas
6 curva e muitas retas, a CRF de Balbi detonava a duque do Roosevelt,
O salto pra baixo então era de tirar o fôlego, o Fernandão
está cada vez mais pró na construção dos
obstáculos. Aliás, a CBM toda está demais, assisti
a largada da 60ccde dentro da cabine de controle, comprovando a alta
tecnologia que impera hoje, bem diferente das cortadas de caminho
e largadas de elástico que existiam na minha (jurássica)
época.
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Olha,
mamãe, sem os pés!
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Voltando
à corrida, pelas tantas aconteceu o que Balbi esperava, os
braços do Roosevelt não aguentaram e lá se foi
o Jorgim pra ponta com direito a todas as firulas de praxe, recompensando
o público que aguentou o dia inteiro sob um frio de rachar
sem arredar pé. Quando o Jorge botava de lado no salto da descida
a galera fazia Uúuuu, animal!!!! E era mesmo... No final, bandeirada
radicalíssima para Balbim, seguido de Roosevelt, Ismael Maia,
Massoud Nassar e... ele mesmo, Eduardo Saçaki san! Há
muito tempo que eu não via o Saçaki pilotar, ele foi
um dos últimos moicanos do meu tempo, claro, ele começando
e eu parando, nos idos dos anos oitenta...
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Saçaki
San: Still crazy after all these years...
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A
seguir, caroninha de volta na pick up dos irmãos Bianco, da
Vaz, parada regulamentar para provar os deliciosos sandubas do Fiffties,
em Sampa e vôo noturno de volta ao Rio. Rapeize, que fim de
semana...É
isso aí, a temporada acabou. No motocross, bem entendido, tem
muito mais coisa rolando por perto, fique ligado e... Não perca!!!
Aquele abraço,
Fausto Macieira
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Iwan
Mykytczuk:
nome dificil e tocada fácil!
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Cordeiro
Voador e Expresso Maia em rota de colisão!
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Bibi
Zen decola...
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...e
voa!
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Foto
de capa de revista. Manchete:" Balbi vai a Zolder...
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...bater
guidão com Carmichael e Everts!"
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Mais
uma do mineiro campeão, só para encerrar...
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Galeria de fotos
de bastidores:
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